Semana da Enfermagem 2013 no HSJ
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O Assistente Social no HSJ – Uma missão de valor
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No HSJ o departamento de Serviço Social é quase como um anjo da guarda, a gente não vê com frequência, mas ele está lá para nos orientar. Numa agradável conversa com o João Amorim, um dos três membros dessa equipe tão especial, na qual Renata Freitas é a coordenadora, ele explicou como funciona o trabalho de um assistente social e sua rotina dentro do São José.
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Eu sou 12 por 8
Acesse o site www.eusou12por8.com.br e saiba tudo o que é necessário sobre a saúde do seu coração da forma mais simples e descontraída!
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Dia da Saúde e Nutrição
Todos os dias são bons dias para você pensar na sua saúde. Mas no dia 30 deste mês de Março celebra-se a Saúde e a Nutrição. Por isso é só mais um motivo para você prestar atenção e descobrir se está fazendo as opções corretas.
Cada resposta equivale a um valor. Responda, some seus valores e veja os resultados no final do questionário. Vamos testar?
1. Ao pular da cama, você se alimenta de que maneira?
a) Não como nada de manhã. (1)
b) Tomo só um café preto. (2)
c) No café da manhã, não dispenso pães e cereais nem leite ou queijo. (3)
d) Frutas, pão integral, queijo e leite nunca faltam no meu café da manhã. (4)
2. O que você come entre as refeições?
a) Não faço lanche para não engordar. (1)
b) Sempre belisco algo quando a fome aperta. (2)
c) Como alguns biscoitos ou uma fruta. (3)
d) Não importa aonde eu vá, sempre carrego um sanduíche. (4)
3. E como é o seu almoço?
a) É a refeição mais adequada para comer carboidrato, por isso como sempre mais de uma fonte desse nutriente. (2)
b) Eu me sirvo de vegetais, um pouco de arroz e feijão e carne ou ave grelhada. Só não resisto a uma belo doce de sobremesa. (3)
c) Encho meu prato de salada, não dispenso um grelhado e uma porção de arroz ou de massa. Às vezes, para completar, tomo um suco de fruta. (4)
d) Tento ficar apenas na salada de folhas. (1)
4. E como é o seu jantar?
a) À noite eu como pouco ou tomo uma sopa. (4)
b) É a hora em que sinto mais fome. Eu costumo comer muitas fontes de carboidrato no jantar. (1)
c) Como um pouco de tudo, menos carboidrato. Nunca como carboidrato depois das 6 da tarde. (2)
d) À noite, muitas vezes como um sanduíche. (3)
5. Para terminar o teste, o que você faz quando bate aquela vontade louca de adoçar a boca?
a) Devoro um chocolate diet ou uma barra de cereal (1)
b) Eu como uma porção de compota com queijo. (4)
c) Se está calor, eu aproveito e tomo um picolé. (3)
d) Aí não resisto e como um pedaço de bolo. (2)
Resultados:
De 5 a 10 Pontos – Você Está precisando mudar seus hábitos alimentares. Comer pouco não é a solução para emagrecer ou ser saudável, mas sim comer bem! O segredo é comer um pouco de tudo, preparar refeições o mais naturais possível, sem aditivos e conservantes, e seguir sempre a escala de maior para menos, ou seja, comece seu dia comendo bem (BEM não é quantidade, mas qualidade) e vá diminuindo o tamanho das refeições até o final do dia. Ingerir muita água ajuda na digestão e controla a fome gulosa!
De 11 a 15 Pontos – Ainda tem algumas coisas para aprender, mas você está num bom caminho! As besteirinhas pontuais na sua alimentação não são o problema. Você só não pode deixar que a exceção vire regra. A alimentação é fonte de nutrição, mas também fonte de prazer. Não deixe que a sua seja fonte de tristeza ou depressão. Você tem que gostar do que está comendo!
De 16 a 20 Pontos – Parabéns!!! Você sabe se cuidar e gosta disso! A variedade de alimentos, principalmente frescos e orgânicos, é a chave para uma alimentação saudável. Provavelmente, você segue a regra do “pouco várias vezes ao dia” e nunca passa fome porque sabe balancear suas necessidades. Continue assim e vai ter resultados incríveis sempre!
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Dia Nacional da Síndrome de Down
Já foi tema de novela, já foi tema de cinema e é tema de vários estudos científicos e educacionais: A Síndrome de Down.
Dia 21 deste mês é um dia em que a nação Brasileira homenageia os portadores da Trissomia. Por isso, o nosso canto da cultura dá algumas sugestões literárias e de entretenimento para que você fique sabendo mais sobre essas pessoas tão especiais!
Não deixe também de ver a premiada produção brasileira “Colegas”, com três protagonistas nada menos que sensacionais atores, que nos guiam pela vida do jovem portador da Sindrome de Down e todas as aventuras que estas pessoas podem disfrutar, nós nem imaginamos!
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Dia Nacional da Mamografia
A mamografia é uma radiografia das mamas, realizada por um mamógrafo. É feita uma compressão das mamas para visualizar pequenas alterações, o que permite descobrir o câncer de mama em fase inicial.
Os resultados da mamografia são dados numa classificação chamada BI-RADS, que pode variar do nível 0 (zero), ao nível 6 (seis), conforme está explicado no quadro.
Existe também a ultrassonografia mamária, um exame ultimamente muito pedido para mulheres mais jovens. É um exame semelhante ao ultrassom abdominal, mas nos seios e é indolor, ao contrário da mamografia, que pode causar certa dor. Mas, infelizmente, esse exame não é o suficiente para detectar o câncer, sendo extremamente necessário a qualquer mulher a partir dos 40 anos realizar uma mamografia por ano, ou a partir dos 35 se tiver histórico do câncer de mama na família.
Dia 5 deste mês é o Dia Nacional da Mamografia. Agora que você já sabe a importância básica deste exame, não perca tempo e previna-se!
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Colaboradores do HSJ em prova de fogo
Já é parte da agenda anual do Hospital e, este ano, não foi diferente. O 16º Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro, em Teresópolis, recebeu durante dois dias os colaboradores do HSJ, a fim de realizar o treinamento de combate a incêndios que é obrigado por lei oferecer a todos os funcionários do hospital.
Durante quatro dias alguns membros do corpo de bombeiros vêm ao HSJ para dar instrução teórica, finalizando com uma prova escrita, para que na prática todos os colaboradores estejam cientes das regras básicas desta ação e tomem os devidos cuidados.
Cerca de 20 dias depois da prova teórica, foi a vez dos colaboradores se deslocarem até ao Corpo de Bombeiros para passar pelas provas práticas dentro da estrutura oferecida pelo Batalhão.
Para começar, os colaboradores aprendem as formas mais rápidas e eficazes de resgate a vítimas inanimadas, ou com dificuldades locomotoras.
“São técnicas seguras, não só para a vítima, que estará ferida ou desmaiada, mas também é importante que seja seguro para quem vai resgatar, porque não queremos que essa pessoa se torne em mais uma vítima”, explica Fragoso, um dos bombeiros/instrutores do treinamento.
É também feita uma revisão da utilização da mangueira de água que existe em qualquer edifício de frequência pública, incluindo o Hospital, passando pela sua montagem, posicionamento e ativação em caso de incêndio.
Em outra fase do treinamento é exemplificado como extinguir uma fuga de gás em ambientes como a cozinha, atuar frente a um fogo local antes que este se espalhe com o abafamento de uma panela em chamas, bem como utilizar corretamente diferentes tipos de extintores para os diversos tipos de fogos.
No final da tarde aconteceu a prova mais esperada pelos mais ousados e aventureiros: entrar na casa da Fumaça. Num pequeno espaço fechado, preparado para este tipo de prova, cria-se uma quantidade de fumaça no interior. O objetivo é que um grupo entre na casa por uma porta, encontre a vítima inanimada e saia com todos em segurança pela porta oposta. “É uma prova mais arriscada, porque há o contato direto com a fumaça, num ambiente escuro, fechado e muito quente, o que pode gerar pânico. O objetivo é passar para o grupo a importância de manter a união, o espírito de equipe é essencial nesta prova”, conta Ferreira, outro dos instrutores do batalhão.
No início de Janeiro de 2013 será iniciada pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança Medicina do Trabalho (SESMT) uma série de rondas pelo HSJ com grupos de colaboradores, para que se recorde onde estão no hospital os pontos de encontro para uma situação de crise, onde se localizam as mangueiras de água e os extintores de cada setor e como chegar às escadas de emergência do edifício principal do São José.
“É algo complementar ao treinamento que se torna essencial à sobrevivência de todos no hospital, por isso não vamos perder tempo!”, afirma Hercília do SESMT, que espera poder contar com a colaboração de todos os colaboradores para dar continuidade a esta ação.
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Doar Sangue: um ato de solidariedade humanitária
A campanha é nacional, mas totalmente semelhante ao apelo que se faz em todo o mundo. Doar sangue é um ato simples, rápido e, acima de tudo, solidário. Ainda assim a média de doadores de sangue voluntários no nosso país está abaixo da média estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como sendo a apropriada para cada país.
No HSJ o banco de sangue recebe uma média diária de 10 voluntários doadores de sangue, um número nada mau, tendo em conta as dimensões da cidade. Ainda assim, Dra. Renata, atendente do serviço de Hemoterapia do São José, conta que ainda não há muita consciência em relação a este problema, “as pessoas pensam que só têm que doar quando alguém precisa, mas não funciona assim, não é um sistema de demanda, é um banco de sangue, precisamos de doações sempre”, afirma Dra. Renata.
Para manter os doadores atuais, o serviço de Hemoterapia do HSJ telefona para a lista de cadastrados para voltarem após o período mínimo entre doações, tentando acrescentar mais à sua lista expandindo os contatos a amigos e familiares desses voluntários. E é muito importante referir que o banco de sangue do HSJ fornece também para o Hospital das Clínicas de Teresópolis (HTC), daí a necessidade de angariar voluntários ser muito grande.
E é tão fácil apoiar essa causa! Veja abaixo os passos principais para executar sua doação.
Para doar você tem que:
- Ter entre 18 e 67 anos de idade;
- Ter uma saúde considerada normal;
- Não tomar medicamentos fortes com frequência regular;
Aí, basta aparecer no Centro de Hemoterapia do HSJ (do lado do Centro Médico), apresentando um documento de identidade com foto.
Você vai responder rapidamente a algumas perguntas básicas sobre sua saúde, uma espécie de triagem para saber se você pode ou não ser doador. Se estiver liberado, você fará sua primeira doação.
Serviço em funcionamento:
- Das 8h às 12h, de 2ª a 6ª feira;
- Das 8h às 11h da manhã aos sábados;
Uma amostra do seu sangue vai para análise num laboratório do Rio de Janeiro, para possível identificação de doenças mais complexas que impossibilitem a sua doação.
“Muitas pessoas nem sabem que são portadoras de certas doenças até aparecerem aqui para doar. A maior parte dessas pessoas apresenta Hepatite B, que exclui automaticamente o seu registo do banco de sangue”, explica Dra. Renata. Por isso, doar sangue pode fazer a diferença não só na vida de outras pessoas, mas até mesmo na sua.
Uma curiosidade é a carência de fator Rh NEGATIVO, que representa apenas 15% dos nossos doadores. Por isso, se você sabe que tem um tipo sanguíneo raro, não hesite, Procure um centro de Hemoterapia e abrace esta causa! Dar Sangue é Dar Vida!
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Novembro Azul – HSJ alerta para Câncer da Próstata
Depois no Outubro Rosa, mês dedicado à luta contra o Câncer de Mama, comemora-se agora o Novembro Azul, prolongando as celebrações do último sábado, dia 17, data marcada pelo Dia Mundial de Combate ao Câncer da Próstata.
Os sintomas são fortes, mas podem ser confundidos com outros males. Normalmente começa por uma dificuldade de urinar, uma alteração na frequência urinária, uma diminuição na força do jato da urina, por conta da localização aproximada da próstata à bexiga do homem.
Para que se compreenda melhor, aqui vai uma explicação básica:
- A Próstata é uma glândula existente apenas no corpo humano masculino. Está situada abaixo da bexiga, na frente do reto, envolvendo uma parte da uretra, por onde passa a urina para ser expelida.
- Daí os sintomas do câncer de próstata terem relação com alterações urinárias. Uma próstata com câncer fica deformada, inchada. Como está como que abraçando a uretra ela causa essas dificuldades urinárias.
- Mas este câncer vai além da disfunção urinária. A próstata produz 70% do sêmen, representando um papel importantíssimo no desempenho sexual e fertilidade do homem.
Um dos maiores problemas da detecção precoce deste que é o sexto tipo de câncer mais comum em todo o mundo, é a falta de prevenção. O exame é feito por um urologista que realiza o chamado exame do Toque Retal. Como a próstata está logo de frente para o reto, o urologista terá de sentir a próstata através do reto do paciente. É um exame constrangedor, principalmente para homens mais velhos, de gerações marcadas por vários tabus. Por isso as estatísticas mostram que homens a partir dos 65 anos são os afetados por esta doença.
A prevenção deverá ser feita principalmente a partir dos 45 anos, lembrando que homens com casos de câncer de próstata, ou qualquer outro tipo de câncer na família, deverá tomar medidas de precaução mais cedo.
Existe também o PSA, exame de sangue que identifica um aumento de determinada proteína produzida pela próstata, algo que indica a possibilidade da doença. Mas os médicos avisam: o PSA não substitui o exame de Toque Retal!
Por isso o Ministério da Saúde criou como slogan desta campanha “Um Toque, Um Drible”. Não perca tempo. Faça o exame e cuide-se!
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Oftalmologia com tecnologia de última geração
Foi no último feriado do dia 2 de Novembro que a equipe de Oftalmologia do Hospital São José (HSJ) decidiu estrear seu mais recente avanço tecnológico: o novo Facoemulsificador, ou mais popularmente, o Faco.
Não é uma novidade completa, pois já antes se fazia cirurgias com Faco no São José, como é o caso da cirurgia da catarata. A diferença e inovação estão nas capacidades que este novo Faco oferece a mais que o anterior.
Chama-se Stellaris PC, é fabricado pela Bausch&Lomb e, para além da Cirurgia da Catarata com micro incisão, permite ainda “a Cirurgia de Vítreo para Retinopatia Diabética, tratamento de hemorragias vítreas e tratamento cirúrgico de traumatismos oculares (com remoção de corpo estranho intraocular), trata também do descolamento de retina, faz Lazer de retina intraocular, além do tratamento da Degeneração Macular da Idade”, explica Dr. João Ferreira, oftalmologista, assistindo às primeiras cirurgias do aparelho estreado pela Dra. Marialva, chefe do Serviço de Oftalmologia do HSJ.
É importante ressaltar que, atualmente, o Stellaris PC é o último grito da tecnologia cirúrgica na área oftalmológica em todo o mundo. A sua versatilidade permite a prática de vários tipos de intervenção cirúrgica, fazendo deste aparelho o mais recente melhor amigo do cirurgião oftalmológico, que pode assim oferecer o melhor tratamento possível aos seus pacientes.
E o Hospital São José faz questão de oferecer sempre o melhor dos serviços de saúde!
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Outubro Rosa no HSJ
É um movimento internacional que já existe desde os anos 90, quando em Nova Iorque laços cor-de-rosa foram distribuídos aos participantes da primeira corrida pela cura do Câncer de Mama. Outubro, porque foi nesse mês que, nos Estados Unidos, aconteceu o primeiro grande congresso para cura desta doença.
Aderindo a uma causa nobre como esta, o Hospital São José celebra o Outubro Rosa unindo colaboradores e pacientes pela luta contra o Câncer de Mama. E para que ninguém ficasse de fora, foram elaboradas algumas iniciativas que ajudam a passar a mensagem.
Começou já na edição da semana passada do FOCO, que foi publicado em tons de rosa dando início à campanha, cores que serão mantidas até ao final do mês, respeitando os objetivos do movimento em todo o Mundo.
Em cada uma das portarias do hospital foram colocados banners com mensagens de prevenção, para que todos que passem pelas portas do São José não fiquem indiferentes à causa.
Todos os monitores de computador receberam papel de parede novo, com grafismo desenvolvido especialmente para esta campanha, assim como os cartazes que foram afixados nos elevadores do Hospital.
Estão sendo também distribuídas filipetas com informações úteis a cerca do Câncer de Mama, como os principais fatores de risco e como prevenir a doença da forma mais precoce.
O Hospital São José apoia e divulga o Outubro Rosa, pensando na saúde e bem-estar de seus pacientes!
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Hospital São José Inaugura Novo Centro Médico
O Hospital São José (HSJ) inaugurou, no último dia 27 de agosto, seu novo Centro Médico. As obras de reforma que foram iniciadas em dezembro de 2011 transformaram a antiga “Casa Rosa” em um novo e moderno ambulatório de especialidades, que proporciona mais conforto e comodidade aos usuários.
Ao invés dos oito consultórios antigos e adaptados, agora o novo espaço tem nove consultórios modernos, amplos, arejados, que contam com equipamentos adequados para o bom desempenho dos serviços de saúde ali prestados. Dois desses consultórios possuem banheiro exclusivo, bem como um terceiro adaptado a pessoas portadoras de necessidades especiais. O novo Centro Médico do HSJ conta ainda com um consultório para atendimento pediátrico, também com banheiro infantil e recepção exclusiva.
O principal objetivo foi “garantir a satisfação de nossos Clientes, Parceiros e Colaboradores com um serviço de excelência. É um prazer ter o Corpo Clínico cada vez mais atuante nos serviços de nosso Hospital”, conta Nélisson do Espírito Santo, Diretor Executivo do HSJ, acrescentando ainda que “é mais um presente à população teresopolitana que, com confiança e credibilidade, tem depositado o cuidado de sua saúde em nossas mãos”.
O Centro Médico abriu as portas e recebeu seus primeiros pacientes às 8h da manhã desta segunda-feira, dia 27 de agosto. Rita veio acompanhar sua sobrinha Izabela no seu primeiro pré-natal e ficou deslumbrada com a mudança de visual do espaço, “Ficou ótimo! Lembro bem da Casa Rosa antes e realmente, ficou muito bom. E o atendimento é nota 10 também, todos muito simpáticos e acolhedores”. Esperando pela consulta de ginecologia, Maria das Neves ficou muito bem impressionada com a reforma, “A gente entra e já fica se sentindo mais confortável, fica até mais fácil de esperar a nossa vez”.
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Programa de Desenvolvimento de Líderes – motivar para a ação
Preparar e desenvolver pessoas e líderes – esse é um dos principais objetivos do setor de gestão de pessoas. Em âmbito hospitalar, essa realidade ganha contornos de grande importância, uma vez que o ser humano é o foco e o objetivo do trabalho realizado. Pensando nisso a ACSC iniciou uma grande onda de mudança no ano de 2009, quando implementou o Plano de Desenvolvimento de Líderes e Gestão de Negócios (PDLGN), que abrangeu os executivos em um programa de lideranças inédito na Instituição.
No HSJ a segunda onda deu-se em 2010, com a criação do PDLGN dos líderes do Hospital, que treinou, durante um ano, os gerentes e principais lideranças da Casa, num total de 35 colaboradores. Em maio de 2011, 33 colaboradores do Hospital São José participam da terceira onda na segunda edição do PDLGN. Nessa programação foram contemplados novos líderes e talentos para futuras lideranças da Instituição.
Dividido em sete módulos, o Programa abordou temas como “Liderança Eficaz”, “Gestão de Pessoas”, “Gestão de Mudanças”, “Governança Corporativa e Paradigmas”, “Motivação e Tomada de Decisão”, “Gestão Econômica e Financeira” e “Estratégia e Inovação”. Entre os facilitadores do Programa figuraram consultores contratados, como Ana Paula Arnoni Fender, da Filipelli Consultoria; Maria do Socorro Couto, gerente de recursos humanos do Hospital Geral de Pedreira, de São Paulo e membros da Superintendência da ACSC, como Maurício Loures, diretor financeiro corporativo e Andréa Aparecida Siqueira de Souza, gerente corporativa de recursos humanos.
Os assuntos discutidos, todos pertinentes à realidade da administração hospitalar provocaram grande interesse nos participantes e proporcionaram a oportunidade de surgimento de novas ideias.
… E a onda continua trazendo mudanças e quebrando paradigmas…
Como todo processo de crescimento objetiva melhor qualidade do o Hospital, o setor de gestão de pessoas, em conjunto com a direção executiva traçou um plano ainda mais ousado: iniciou em agosto de 2011 uma nova onda de mudanças: o Processo de Desenvolvimento de líderes e Gestão Médica (PDLGM). “Participaram do Programa 25 médicos, cinco enfermeiros, uma farmacêutica, uma nutricionista, um fisioterapeuta e uma biomédica”, conta Fernando Victor Figueiredo, gerente de GP. “Foram cinco encontros durante os quais foram abordados diversos temas, como Gestão de Qualidade – Acreditação e Auditoria Clínica, entre outros”. Para o gerente da área, o resultado superou as expectativas. “Num primeiro momento, as inovações dos temas propostos para esse grupo geraram muitas discussões. No final todo debate se mostrou extremamente positivo e todos se mostraram satisfeitos com o curso”
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Tecnologia da Informação lança painel eletrônico para otimização da dispensação de medicamentos na farmácia
A preocupação com a responsabilidade socioambiental impulsiona os profissionais do Hospital São José (HSJ) a buscar sempre novas tecnologias que ajudem na batalha contra o desperdício. No caso da Tecnologia da Informação (TI), assim como em outras instituições, o grande número de impressões realizadas diariamente é um desafio a quem objetiva a preservação do meio ambiente.
Essa foi a principal motivação para o desenvolvimento e implantação do painel eletrônico para controle de dispensação de medicamentos da farmácia, que aconteceu em agosto de 2011. Além de agilizar o processo de dispensação de medicamentos, a iniciativa gera uma economia de 60 mil folhas de papel / mês.
Segundo o coordenador de TI, Leonardo de Oliveira Costa, o projeto de criação do painel da farmácia surgiu em função da necessidade de implantação do turno de dispensação de a cada duas horas. “O projeto de dispensação em intervalos de tempo mais curtos apresentou um problema imediato: o grande aumento do número de impressões. Imprimíamos cerca de 17 mil cópias / mês e com o novo sistema chegaríamos à marca de 60 mil cópias / mês”, conta o coordenador. O desafio então era implantar os turnos sem a necessidade de impressão do papel.
Em uma das reuniões realizadas entre os colaboradores da farmácia e TI surgiu a ideia de se criar o Painel de Dispensação, com o objetivo de economizar realizando menos impressões. A estratégia montada para alcançar esse objetivo foi utilizar todo o recurso disponível dentro de própria Casa, sem necessidade de um alto investimento.
A ideia foi imediatamente aceita pelo diretor executivo, Nélisson do Espírito Santo, que autorizou a ação e criou condições para sua viabilização. Integraram-se ao projeto médicos e enfermeiros, criando uma equipe multidisciplinar que definiu a melhor estratégia para implantação dos novos turnos. “Paralelamente a equipe de TI trabalhava no desenvolvimento do Painel de Dispensação”, conta Leonardo.
O Painel ficou pronto no início de maio e foi acionado em paralelo com o sistema de turnos já existente a fim de que fossem realizados o acompanhamento e os ajustes necessários. “No dia 16 de agosto de 2011 às 2h ativamos definitivamente o Painel de Dispensação, com o novo sistema de dispensação de turnos a cada duas horas. Desde então não estamos imprimindo mais nenhuma folha de solicitação na farmácia. Todos os atendimentos estão sendo realizados eletronicamente”, comemora o Leonardo.
“Em âmbito financeiro tínhamos um custo aproximado de R$ 1.054,00 com a impressão das requisições e previsão de chegar a R$ 3.720,00 com a implantação dos novos turnos de dispensação. Esse custo foi totalmente zerado”, explica Nélisson.
O Painel de Dispensação foi o primeiro embrião. Após o desenvolvimento do mesmo a TI trabalha na criação do painel para a agenda cirúrgica, que irá possibilitar aos médicos uma visualização mais rápida das cirurgias agendadas, além do melhor gerenciamento das salas. “Desenvolvemos também um painel para o setor de manutenção, para controle das ordens de serviços. Isso é apenas o início. Nossa ideia é otimizar cada vez mais os setores”, finaliza Leonardo.
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Colaboradores cantam e encantam no HSJ
Segundo o dito popular, “Quem canta seus males espanta”! Essa máxima é levada a sério por diversos colaboradores do Hospital São José, que dedicam uma hora semanal ao ensaio do canto coral. Estamos falando de 20 pessoas que compõem atualmente o Coral do HSJ.
Criado inicialmente para motivar a participação das pessoas nas missas festivas do Hospital, que são celebradas mensalmente, o Coral tem atingido proporções mais abrangentes e se apresentado em diversas ocasiões, em eventos no Hospital e em outras instituições.
O Coral é dirigido pelo professor de canto Claudenilson José da Silva que, apesar da larga experiência em direção de corais relata estar vivendo um momento muito bom no HSJ. “Os participantes do Coral não são cantores, são pessoas que se esforçam para participar dos ensaios e apresentações, driblando inclusive as dificuldades com horários em seus setores”.
O grupo é ecumênico – não há restrições para participar do Coral. Segundo professor Claudenilson essa é outra característica muito importante. “Cantamos nas missas do Hospital mas temos o cuidado de escolher cânticos que falem ao coração de todos, independente de seu credo”.
“A música também é uma forma de falar com Deus, uma forma de prece. Nossos colaboradores são incentivados a participar dessa atividade e ficamos muito felizes com o resultado alcançado até o momento”, finaliza Irmã Teruco Kayo.
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Setor de Oncologia do Hospital São José – tecnologia e humanização à serviço da vida
Inaugurado em 8 de dezembro de 2008, o serviço de Oncologia do Hospital São José (HSJ) realiza diagnóstico e tratamento nas áreas de mastologia (câncer de mama), ginecologia, hematologia entre outras especialidades. Atendendo uma média mensal de 700 pacientes particulares, de convênios e pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o setor é considerado hoje referência em âmbito estadual no tratamento do câncer de mama.
Além de consultas e exames, o serviço de Oncologia do Hospital São José disponibiliza para pacientes do município de Teresópolis, bem como para a região serrana do Rio de Janeiro, os serviços de quimioterapia, cirurgia oncológica e também medicina preventiva e paliativa.
Além dos dez médicos especialistas em oncologia, o setor conta com as equipes de enfermagem, farmácia, recepção e higienização, além de outras áreas (como as administrativas) que dão suporte aos tratamentos ambulatoriais e de internação. A moderna tecnologia no tratamento do câncer aplicada na Oncologia do São José está aliada aos cuidados humanizados, que são percebidos desde o acolhimento aos pacientes e acompanhantes pela recepção, passando pelas equipes de enfermagem e pelos médicos.
“O câncer é uma doença que tem tratamento e, em grande número de casos, pode ser curada. Trabalhamos pela cura e pelo bem estar do paciente, para que todos possam continuar vivendo apesar da doença”, enfatiza Dr. Zemilson Bastos de Souza, médico especialista em cuidados paliativos e um dos responsáveis pelo serviço de Oncologia do HSJ.
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HSJ vai ajudar dialisados a entrar em fila de transplante
O Hospital São José realizou nesta quarta-feira uma palestra com assistentes sociais do Hospital Federal de Bonsucesso para os pacientes que fazem hemodiálise. O assunto do encontro foi o início da parceria firmada entre as
duas instituições para o cadastramento dos pacientes na fila de transplante renal do estado. Essa inclusão só pode ser feita atualmente pelo Hospital de Bonsucesso e é necessário seguir uma série de procedimentos, que foram explicados na palestra.
Os pacientes procuraram a direção do hospital, pedindo que fosse feita a parceria com o Hospital de Bonsucesso, junto com esta palestra de esclarecimento, motivados por dois pacientes que conseguiram o transplante nos últimos dois meses. Nem todos estiveram presentes porque alguns estavam dialisando, mas haverá a repetição do evento, que foi considerado o primeiro passo de uma longa caminhada.
“Hoje temos 72 pacientes cadastrados e na palestra compareceram 38 e seus familiares, porque a família tem uma importância fundamental, tando no cadastro, quanto após o transplante, a família tem que estar participando no processo, a gente entende que o paciente não pode fazer nada sozinho”, explicou Izabela CÂndido, assistente social do HSJ.
A assistente social do Hospital de Bonsucesso Vanda Briggs, destacou que os pacintes de outras cidades passam por grandes dificuldades para chegarem até o Rio de Janeiro, devido à implicações da saúde com a hemodiálise. Agora os procedimentos que seriam feitos no hospital carioca poderão ser realizados aqui, como todos os pedidos de exames preliminares, data da consulta médica, abrir a matrícula deles e assim já começarem os exames para seleção do transplante, ganhando tempo e facilitando a vida dos pacientes.
“Todos os municípios fora do Rio precisam ter uma maneira de fazer esse paciente chegar rapidamente à central onde ele vai ser transplantado. Esse deslocamento do paciente tem que ser o mais breve possível, porque o rim não pode esperar muito tempo resfriado, então quanto mais rápido esse paciente chegar melhor será para o prognóstico desse enxerto”.
Um dos pacientes que realizaram o transplante contou toda a satisfação que teve ao conseguir o novo rim, mesmo após anos de tratamento. Ele contou que, mesmo nas horas mais difíceis ele não desanimou: “Quando eu saí de casa, eu falei com a minha esposa: vou colocar Deus na frente, seja a vontade Dele, se for para eu receber esse rim e der certo. Eu espero que seja para mim, mas se não for para mim, se desse problema, que colocasse para outro. Não sou eu sozinho, é todo mundo nessa luta. A gente não pode ser egoísta, eu fiquei contente quando foram outros colegas meus que receberam rins, pois foi mais um que saiu da máquina e estava sofrendo como eu. Eu dizia para minha família que se chegasse lá e tivesse uma criança, que não viveu a vida direito ainda e tivesse que disputar comigo eu deixaria para ele. Eu tenho 48 anos, mas estou muito contente”.
Entre os que assistiram a palestra, ficou o entusiasmo e a esperança de solução para o grave problema de saúde: “Nós não temos muita informação a respeito e hoje foi altamente esclarecedor. Para nós é muito importante porque só fazer diálise não resolve nosso problema e o transplante é fundamental. A parte burocrática, encaminhamentos de exame, coleta de sangue, isso ninguém sabia”.
Marcus Wagner
Jornal O Diário de Teresópolis
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Hospital São José participa de corrida e caminhada contra o câncer de mama no Rio de Janeiro
Na manhã deste domingo, 27 de maio, o Aterro do Flamengo recebeu cerca de 8 mil participantes da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama. Mais do que uma corrida e caminhada, o evento foi uma bandeira de luta e disseminação da informação
no controle do câncer de mama. Todos os inscritos, além de se exercitarem e conhecerem a importância da causa, também promoveram o bem. Parte do valor arrecadado com as inscrições dos participantes foi doada ao Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), em São Paulo, e ao Hospital São José (HSJ) – Teresópolis, do Rio de Janeiro.
Para o diretor executivo do HSJ, Nélisson do Espírito Santo, a participação no evento foi muito especial. “Além de colaborarmos com a divulgação da causa, conseguimos mobilizar 20 colaboradores do Hospital para participar do evento. Foi uma experiência muito interessante”, disse o diretor. Segundo Daniela de Carvalho Santos, secretária da direção, a participação no evento foi muito boa. “Dedicamos um tempo relativamente pequeno e, em troca, tivemos o prazer do convívio com nossos amigos de trabalho – isso foi muito bom. Sem contar que pudemos, com nossa participação, ajudar nesse evento, que é tão importante”, disse Daniela.
Criado em 1999, o evento, que integra as ações da campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda, já percorreu 11 cidades do País, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA), Santos (SP), São José dos Campos (SP), Belo Horizonte (MG) e Blumenau (SC).
Números Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama – de 1999 a 2012
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Edições |
45 |
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Cidades |
11 |
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Participantes |
+ de 120 mil |
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Quilômetros percorridos |
254 km |
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Instituições beneficiadas |
12 |
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Empresas parceiras |
100 |
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Artistas que apoiaram |
+ de 200 |
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Humanização: peça fundamental nos cuidados da enfermagem com pacientes oncológicos
Com a chegada da industrialização, os hospitais têm investido cada vez mais em máquinas e equipamentos capazes de salvar vidas. Para o Hospital São José (HSJ), no entanto, mais que curar doenças, é fundamental tratar pessoas, entendendo o ser humano em suas dimensões biológica, psicológica, social e espiritual. A isso chamamos humanização, um dos principais itens observados no atendimento prestado pelo serviço de enfermagem a pacientes oncológicos.
“No nosso serviço de oncologia temos essa consciência desde a recepção até higienização, passando por todos os profissionais que atuam no setor”, afirma Alexandra Cavalcante Gallindo Rodrigues, que foi enfermeira supervisora da oncologia durante três anos. Em setembro de 2011 ela passou o cargo para a enfermeira Maria Angélica Portugal, que herdou da antecessora a responsabilidade de supervisionar um setor peculiar dentro do Hospital.
“Pacientes oncológicos são muito carentes de carinho, atenção, de cuidado”, afirma Maria Angélica. “Quando recebem a notícia de que precisam de tratamento quimioterápico chegam ao setor para a primeira sessão totalmente perdidos”. Em termos práticos, o profissional de enfermagem realiza diversas ações no cuidado com o paciente, tais como a punção da veia para hidratação, acompanhamento em momentos específicos da quimioterapia, cuidados com a temperatura do paciente (cada tumor tem um protocolo de quimioterapia – uns causam calor e outros, frio. A enfermagem pode oferecer gelo para alguns pacientes ou envolver o braço de outros com um cobertor).
Já no que tange à humanização, ações como ouvir o paciente e orientá-lo sobre seu tratamento com carinho são, muitas vezes, tão importantes quanto os outros cuidados. A enfermagem promove também a celebração de datas comemorativas como Páscoa, dia das mães, dia dos pais e Natal. “A enfermagem se transforma em referência tanto para o paciente quanto para seus familiares. Os pacientes e acompanhantes recebem orientações sobre como tomar os medicamentos em casa e os cuidados que devem ser observados diariamente”. Cada paciente recebe um folder com orientações. “Lemos junto com eles, explicando o passo a passo, porque são orientações importantes para ajudar nos tratamentos” explica Maria Angélica.
As enfermeiras afirmam que a humanização tem importante papel no tratamento, uma vez que o estado psicológico e espiritual dos pacientes são decisivos para o bom andamento do tratamento. Pensando nisso, a enfermagem busca aproximar os pacientes que estão abalados psicologicamente daqueles em melhores condições emocionais.
Alexandra afirma que sua vida mudou depois que começou a trabalhar na oncologia do HSJ. “É uma escola de vida”, afirma. Maria Angélica concorda com a colega.
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